Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.

22 anos depois: o impacto de Jagged Little Pill

Os anos 90 foram uma verdadeira época dourada para a música – pessoalmente a minha década preferida em termos musicais – em que imensos novos nomes alcançaram o estrelato, uns de forma mais planeada como Britney Spears, Spice Girls, Backstreet Boys ou Mariah Carey, outros de forma inesperada mas não menos impactante como Nirvana, Björk,…

A humanização da máquina em Automaton

Quando comparado com Rock Dust Light Star, Automaton sobressai como algo mais futurista, descontraído e com menos pausas sem abrir mão do som já conhecido pelos fãs de Jamiroquai. Um must listen de 2017 sem qualquer dúvida.

Katy Perry de mãos dadas com retro synthpop em Witness

Tal como uma moeda, o álbum vai alternando entre os seus dois lados relativamente opostos – mais uma vez, de uma forma muito mais equilibrada que PRISM, que emprestou o sentido de orientação a uma bússola com os polos magnéticos trocados.

As memórias de duas estrelas pop

Memories… Do Not Open é um álbum extremamente dançável, ideal para aqueles que apenas pretendem esquecer os problemas – reais – da vida e aproveitar o momento. No entanto, fora do contexto de uma discoteca, o valor deste trabalho é praticamente nulo, pouco passando de um conjunto de memórias que na ressaca do dia seguinte estarão perdidas.

Incansável e violento, eis Resurrect

Resurrect surge pelas mentes dos In Vein, uma banda portuguesa que conta com António Rocha nos vocais, André Almeida e Paulo Monteiro nas guitarras, João Costa no baixo e Luís Moreira na bateria. Para material de estreia, Resurrect já pretende demonstrar na arte frontal do álbum o seu lado pesado, apocalíptico e, podemos dizer, relativamente futurista e urbanizado…

10 comebacks que não deram muito certo – parte 2

Esta é a segunda parte de um post que decidi dividir em duas partes, de forma a não ficar demasiado extenso. Vê aqui a primeira parte. Depois de uma primeira parte sofrida, aqui vai a segunda parte da lista de 10 comebacks que poderiam ter sido melhores. Mais uma vez relembro que esta lista não se…

Hasta la vista, Windows Vista

A passada semana foi aquela em que discreta e friamente, sem que quase ninguém desse conta, o Windows Vista deu o seu último suspiro antes de ser definitivamente descontinuado, pouco mais de 10 anos depois de ter sido lançado. Tendo em conta a minha experiência pessoal com este sistema operativo, que aparentemente foi melhor do…

Review: a fragilidade de Arca

Com este álbum, Arca mostrou o seu lado mais humano, frágil e íntimo deixando para trás a personalidade fria e, de certa forma, distante dos trabalhos anteriores que pareciam carecer de um certo toque pessoal que os tornassem mais acessíveis e compreensíveis – em suma mais humanos.

Review de Do=S de Diogo Piçarra

Ao produzir um álbum com apenas 10 faixas e pouco mais de meia hora de duração, Piçarra soube selecionar o conjunto ideal de faixas para que Do=s não se tornasse demasiado aborrecido ou repetitivo.

Review The Ride de Nelly Furtado

The Ride parece pegar em alguns dos elementos de Whoa, Nelly! e transforma-os em algo totalmente oposto mas ao mesmo tempo relacionável – em vez de uma Nelly infantil e brincalhona que sonha sempre mais alto, temos uma Nelly séria e mais realista que já não quer sonhar tão alto mas que continua a andar de mãos dadas com o folk e, desta vez, coloca a eletrónica num posição de maior destaque.

Review “Bulas para Dedos e Coração”

Mesmo nos seus momentos menos positivos, Bulas para Dedos e Coração representa uma quebra de todos os estereótipos criados em torno do rock e do metal alternativo. É possível sim produzir um álbum desta natureza sonora com finalidade em dar vida à verdadeira poesia da autoria do vocalista.