Flash review: O drama, e não só, na estreia de Nu3l

Nu3l, nome estilizado, não é de todo novato no mundo das artes nacionais. Já participou em vários espetáculos, enquanto ator, assim como em concursos de talentos na RTP e TVI. Ainda assim, só recentemente decidiu apostar na sua veia musical de forma mais séria, com o lançamento do álbum de estreia Drama, de forma independente….

Review: Marilyn Manson não é mais O Anticristo

Ao longo de 47 minutos, Heaven Upside Down continua a explorar território similar ao álbum anterior mas com atitude mais vincada e forte, à semelhança das suas obras da segunda metade dos anos 90, uma verdadeira fase de ouro na sua carreira.

Flash review: Oh Sees relevam o rock psicadélico

Orc parece de facto o título ideal para este trabalho. É violento em certos momentos, imprevisível, com prestações vocais hipnotizantes e algo bizarras e, em certos pontos, difícil de lidar com a sua presença. Um verdadeiro álbum rock.

Coldplay: do pior ao melhor álbum

Uma das maiores banda britânicas do rock e pop alternativo, Coldplay dispensam apresentações. Donos de uma carreira relativamente extensa, iniciada na segunda metade dos anos 90, depressa conquistaram o grande público com o generoso álbum de estreia Parachutes – responsável por alguns dos hits mais conhecidos da banda como “Yellow” e “Trouble” – tendo, ao longo de cerca de 20 anos, mantido um bom desempenho comercial e a agradar continuamente os seus seguidores.

Retro review: YS

Com versos belíssimos, que facilmente ultrapassam álbuns e até discografias inteiras de outros artistas, “Emily” já mostra por si só uma parte do imenso poder magistral de YS.

Glory: um flop previsível ou nem tanto?

Tendo em conta a rápida forma como Glory caiu nas vendas em termos mundiais, principalmente a partir da segunda semana, chegando em pouco tempo a equiparar-se com o experimental Skeleton Tree de Nick Cave, somando o mau desempenho dos singles mesmo após toda a publicidade, a única explicação para tal acontecimento foi simplesmente o desinteresse do público em geral.

Flash review: Come Over When You’re Sober, Parte 1.

Levemos a pontuação da nota final como o primeiro passo para o estabelecimento de uma nova geração, de uma pseudo contra-cultura dentro do rap, cujos pilares para a sua (des)formação são estruturas musicais previsíveis, uma melodia ou outra aceitável, e inexistência de conteúdo que, por sua vez, tenta esconder-se criando um melodrama, extremamente frágil, típico de um adolescente que ainda não tem qualquer tipo de visão para o seu próprio futuro.

Review: renascimento de Kesha

Com uma nova e mais limpa imagem, Kesha jogou a melhor combinação do baralho e entregou aquele que poderá ser considerado verdadeiramente como o seu primeiro álbum da carreira.

Review: o vício, dor e saudade de Lana Del Rey

Ainda que não estejamos perante aquele que poderia ser definido como o álbum de viragem da carreira de Lana Del Rey, nota-se uma clara sofisticação do que já havia sido apresentado antes, pelo que a “ausência” de novidades não é uma pedra no caminho definido desta viagem.

Review: as várias faces de Danse Macabre

De uma forma quase curiosa, Danse Macabre parece ser um álbum feito com os olhos postos no final do século XIX e início do século XX, buscando elementos sociais dessa época e que, mesmo nos tempos correntes, continuam bastante presentes a vários níveis.

Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.