Glory: um flop previsível ou nem tanto?

Tendo em conta a rápida forma como Glory caiu nas vendas em termos mundiais, principalmente a partir da segunda semana, chegando em pouco tempo a equiparar-se com o experimental Skeleton Tree de Nick Cave, somando o mau desempenho dos singles mesmo após toda a publicidade, a única explicação para tal acontecimento foi simplesmente o desinteresse do público em geral.

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Flash review: Come Over When You’re Sober, Parte 1.

Levemos a pontuação da nota final como o primeiro passo para o estabelecimento de uma nova geração, de uma pseudo contra-cultura dentro do rap, cujos pilares para a sua (des)formação são estruturas musicais previsíveis, uma melodia ou outra aceitável, e inexistência de conteúdo que, por sua vez, tenta esconder-se criando um melodrama, extremamente frágil, típico de um adolescente que ainda não tem qualquer tipo de visão para o seu próprio futuro.

Review: renascimento de Kesha

Com uma nova e mais limpa imagem, Kesha jogou a melhor combinação do baralho e entregou aquele que poderá ser considerado verdadeiramente como o seu primeiro álbum da carreira.

Review: o vício, dor e saudade de Lana Del Rey

Ainda que não estejamos perante aquele que poderia ser definido como o álbum de viragem da carreira de Lana Del Rey, nota-se uma clara sofisticação do que já havia sido apresentado antes, pelo que a “ausência” de novidades não é uma pedra no caminho definido desta viagem.