Review: a busca do paraíso utópico de Björk

Após o enorme turbilhão emocional que resultou num dos seus álbuns mais emotivos até hoje, Vulnicura, traduzindo-se como “cura para feridas”, a cantora islandesa embarca numa nova e ambiciosa jornada no seu mais recente trabalho, Utopia, em busca da substância espiritual que a complete.

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Flash review: o futurismo medieval de Peasant

Embora praticamente toda a música atual tenha como bases as teorias e combinações sonoras que foram sendo desenvolvidas ao longo dos séculos, desde a Época Clássica, atravessando toda a Idade Média onde se pluralizou até chegar à diversidade atual, continua a ser curioso imaginar, numa perspetiva moderna e atual, como seria interpretado o corpo musical…

Flash review: a sátira da sociedade contemporânea em MASSEDUCTION

Se a elevada expectativa em torno deste trabalho poderia comprometê-lo, ao fim de 41 minutos de duração, MASSEDUCTION não demonstrou ser uma jogada em vão. Para além da sonoridade inconfundível e das mensagens que se desenrolam por toda a obra, todo o conceito por detrás desta peça é desempenhado de forma única e jamais genérica.

Retro review: YS

Com versos belíssimos, que facilmente ultrapassam álbuns e até discografias inteiras de outros artistas, “Emily” já mostra por si só uma parte do imenso poder magistral de YS.

Review: o vício, dor e saudade de Lana Del Rey

Ainda que não estejamos perante aquele que poderia ser definido como o álbum de viragem da carreira de Lana Del Rey, nota-se uma clara sofisticação do que já havia sido apresentado antes, pelo que a “ausência” de novidades não é uma pedra no caminho definido desta viagem.

Review: as várias faces de Danse Macabre

De uma forma quase curiosa, Danse Macabre parece ser um álbum feito com os olhos postos no final do século XIX e início do século XX, buscando elementos sociais dessa época e que, mesmo nos tempos correntes, continuam bastante presentes a vários níveis.

Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.

Review: a fragilidade de Arca

Com este álbum, Arca mostrou o seu lado mais humano, frágil e íntimo deixando para trás a personalidade fria e, de certa forma, distante dos trabalhos anteriores que pareciam carecer de um certo toque pessoal que os tornassem mais acessíveis e compreensíveis – em suma mais humanos.

Review: a viagem atribulada de Nelly Furtado

The Ride parece pegar em alguns dos elementos de Whoa, Nelly! e transforma-os em algo totalmente oposto mas ao mesmo tempo relacionável – em vez de uma Nelly infantil e brincalhona que sonha sempre mais alto, temos uma Nelly séria e mais realista que já não quer sonhar tão alto mas que continua a andar de mãos dadas com o folk e, desta vez, coloca a eletrónica num posição de maior destaque.

Review “Bulas para Dedos e Coração”

Mesmo nos seus momentos menos positivos, Bulas para Dedos e Coração representa uma quebra de todos os estereótipos criados em torno do rock e do metal alternativo. É possível sim produzir um álbum desta natureza sonora com finalidade em dar vida à verdadeira poesia da autoria do vocalista.

Review de Theory Of Perception

Os elementos futuristas/progressivos, que de vez em quando davam sinais de vida em Identity, foram quase completamente deixados de lado desta vez, dando destaque à veia tradicionalista da banda, que se encontrava meio que adormecida no seu primeiro trabalho.

Review de Skeleton Tree

Quem julgar o álbum a partir da capa, bastante minimalista, e pelo seu pequeno número de faixas poderá pensar que o que nos será apresentado não será um grande produto, mas engane-se. Skeleton Tree esconde muito por detrás de uma capa tão simples e sem qualquer arte visual chamativa. O que nós é apresentado neste álbum é algo que deverá ser sentido, refletido e não apenas ouvido.