Review: O reencontro de Christina Aguilera consigo mesma

Após o lançamento de dois títulos que priorizaram as batidas comerciais em detrimento dos compassos ternários, encaixando pelo meio uma série de baladas lowtempo que pouco acrescentavam ao bom fluxo desses álbuns, Liberation regressa com uma fórmula não tão inédita mas também não menos refrescante.

Review: música pop, política e Frank Turner

Oscilando entre o folk pop e o rock, Be More Kind flui docemente entre as faixas, alternando entre momentos suaves, como a faixa de título homónimo, e outros mais exaltantes como “1933”, “Make America Great Again”, “Blackout” ou “Brave Face”.

Review: a lenta e sombria “luz mala”

Juana Molina não talhou apenas uma obra supersticiosa e sombria como também somou um belíssimo mantra folk e eletrónico, tornando este um álbum suave, único, atemporal e marcante em todas as dimensões.

Review: renascimento de Kesha

Com uma nova e mais limpa imagem, Kesha jogou a melhor combinação do baralho e entregou aquele que poderá ser considerado verdadeiramente como o seu primeiro álbum da carreira.

Review: o vício, dor e saudade de Lana Del Rey

Ainda que não estejamos perante aquele que poderia ser definido como o álbum de viragem da carreira de Lana Del Rey, nota-se uma clara sofisticação do que já havia sido apresentado antes, pelo que a “ausência” de novidades não é uma pedra no caminho definido desta viagem.

Review: as várias faces de Danse Macabre

De uma forma quase curiosa, Danse Macabre parece ser um álbum feito com os olhos postos no final do século XIX e início do século XX, buscando elementos sociais dessa época e que, mesmo nos tempos correntes, continuam bastante presentes a vários níveis.

Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.

A humanização da máquina em Automaton

Quando comparado com Rock Dust Light Star, Automaton sobressai como algo mais futurista, descontraído e com menos pausas sem abrir mão do som já conhecido pelos fãs de Jamiroquai. Um must listen de 2017 sem qualquer dúvida.