Review: as várias faces de Danse Macabre

De uma forma quase curiosa, Danse Macabre parece ser um álbum feito com os olhos postos no final do século XIX e início do século XX, buscando elementos sociais dessa época e que, mesmo nos tempos correntes, continuam bastante presentes a vários níveis.

Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.

A humanização da máquina em Automaton

Quando comparado com Rock Dust Light Star, Automaton sobressai como algo mais futurista, descontraído e com menos pausas sem abrir mão do som já conhecido pelos fãs de Jamiroquai. Um must listen de 2017 sem qualquer dúvida.

Katy Perry de mãos dadas com retro synthpop em Witness

Tal como uma moeda, o álbum vai alternando entre os seus dois lados relativamente opostos – mais uma vez, de uma forma muito mais equilibrada que PRISM, que emprestou o sentido de orientação a uma bússola com os polos magnéticos trocados.

As memórias de duas estrelas pop

Memories… Do Not Open é um álbum extremamente dançável, ideal para aqueles que apenas pretendem esquecer os problemas – reais – da vida e aproveitar o momento. No entanto, fora do contexto de uma discoteca, o valor deste trabalho é praticamente nulo, pouco passando de um conjunto de memórias que na ressaca do dia seguinte estarão perdidas.

Review: a fragilidade de Arca

Com este álbum, Arca mostrou o seu lado mais humano, frágil e íntimo deixando para trás a personalidade fria e, de certa forma, distante dos trabalhos anteriores que pareciam carecer de um certo toque pessoal que os tornassem mais acessíveis e compreensíveis – em suma mais humanos.

Review de Do=S de Diogo Piçarra

Ao produzir um álbum com apenas 10 faixas e pouco mais de meia hora de duração, Piçarra soube selecionar o conjunto ideal de faixas para que Do=s não se tornasse demasiado aborrecido ou repetitivo.

Review: a viagem atribulada de Nelly Furtado

The Ride parece pegar em alguns dos elementos de Whoa, Nelly! e transforma-os em algo totalmente oposto mas ao mesmo tempo relacionável – em vez de uma Nelly infantil e brincalhona que sonha sempre mais alto, temos uma Nelly séria e mais realista que já não quer sonhar tão alto mas que continua a andar de mãos dadas com o folk e, desta vez, coloca a eletrónica num posição de maior destaque.

Review “Bulas para Dedos e Coração”

Mesmo nos seus momentos menos positivos, Bulas para Dedos e Coração representa uma quebra de todos os estereótipos criados em torno do rock e do metal alternativo. É possível sim produzir um álbum desta natureza sonora com finalidade em dar vida à verdadeira poesia da autoria do vocalista.

Review de Theory Of Perception

Os elementos futuristas/progressivos, que de vez em quando davam sinais de vida em Identity, foram quase completamente deixados de lado desta vez, dando destaque à veia tradicionalista da banda, que se encontrava meio que adormecida no seu primeiro trabalho.

Review de I See You

(…) I See You é, tal como os trabalhos anteriores da banda, uma obra de arte sólida e bastante interessante que ousa em explorar novos territórios sem deixar para trás as suas origens.

Review de Joanne

Três anos após o lançamento do seu último álbum de originais, ARTPOP, Gaga decidiu optar por uma imagem mais minimalista tanto a nível sonoro como visual, deixando o exagero visual de ARTPOP e a complexidade sonora e as letras de Born This Way para trás.