22 anos depois: o impacto de Jagged Little Pill

Os anos 90 foram uma verdadeira época dourada para a música – pessoalmente a minha década preferida em termos musicais – em que imensos novos nomes alcançaram o estrelato, uns de forma mais planeada como Britney Spears, Spice Girls, Backstreet Boys ou Mariah Carey, outros de forma inesperada mas não menos impactante como Nirvana, Björk,…

A humanização da máquina em Automaton

Quando comparado com Rock Dust Light Star, Automaton sobressai como algo mais futurista, descontraído e com menos pausas sem abrir mão do som já conhecido pelos fãs de Jamiroquai. Um must listen de 2017 sem qualquer dúvida.

Katy Perry de mãos dadas com retro synthpop em Witness

Tal como uma moeda, o álbum vai alternando entre os seus dois lados relativamente opostos – mais uma vez, de uma forma muito mais equilibrada que PRISM, que emprestou o sentido de orientação a uma bússola com os polos magnéticos trocados.

As memórias de duas estrelas pop

Memories… Do Not Open é um álbum extremamente dançável, ideal para aqueles que apenas pretendem esquecer os problemas – reais – da vida e aproveitar o momento. No entanto, fora do contexto de uma discoteca, o valor deste trabalho é praticamente nulo, pouco passando de um conjunto de memórias que na ressaca do dia seguinte estarão perdidas.

Incansável e violento, eis Resurrect

Resurrect surge pelas mentes dos In Vein, uma banda portuguesa que conta com António Rocha nos vocais, André Almeida e Paulo Monteiro nas guitarras, João Costa no baixo e Luís Moreira na bateria. Para material de estreia, Resurrect já pretende demonstrar na arte frontal do álbum o seu lado pesado, apocalíptico e, podemos dizer, relativamente futurista e urbanizado…

10 comebacks que não deram muito certo – parte 2

Esta é a segunda parte de um post que decidi dividir em duas partes, de forma a não ficar demasiado extenso. Vê aqui a primeira parte. Depois de uma primeira parte sofrida, aqui vai a segunda parte da lista de 10 comebacks que poderiam ter sido melhores. Mais uma vez relembro que esta lista não se…

Review: a fragilidade de Arca

Com este álbum, Arca mostrou o seu lado mais humano, frágil e íntimo deixando para trás a personalidade fria e, de certa forma, distante dos trabalhos anteriores que pareciam carecer de um certo toque pessoal que os tornassem mais acessíveis e compreensíveis – em suma mais humanos.

Review de Do=S de Diogo Piçarra

Ao produzir um álbum com apenas 10 faixas e pouco mais de meia hora de duração, Piçarra soube selecionar o conjunto ideal de faixas para que Do=s não se tornasse demasiado aborrecido ou repetitivo.

Review: a viagem atribulada de Nelly Furtado

The Ride parece pegar em alguns dos elementos de Whoa, Nelly! e transforma-os em algo totalmente oposto mas ao mesmo tempo relacionável – em vez de uma Nelly infantil e brincalhona que sonha sempre mais alto, temos uma Nelly séria e mais realista que já não quer sonhar tão alto mas que continua a andar de mãos dadas com o folk e, desta vez, coloca a eletrónica num posição de maior destaque.

Review “Bulas para Dedos e Coração”

Mesmo nos seus momentos menos positivos, Bulas para Dedos e Coração representa uma quebra de todos os estereótipos criados em torno do rock e do metal alternativo. É possível sim produzir um álbum desta natureza sonora com finalidade em dar vida à verdadeira poesia da autoria do vocalista.

Review de Theory Of Perception

Os elementos futuristas/progressivos, que de vez em quando davam sinais de vida em Identity, foram quase completamente deixados de lado desta vez, dando destaque à veia tradicionalista da banda, que se encontrava meio que adormecida no seu primeiro trabalho.

10 comebacks que não deram muito certo – parte 1

Sabem aqueles planos que têm tudo para dar certo mas que acabam por não correr como esperado? Aqui vão 10 álbuns que foram inicialmente vistos como responsáveis para o regresso triunfante de alguns artistas, mas que no final acabaram por se revelar apenas mais uma pedra no sapato do que propriamente uma vitória limpa.