Flash review: Come Over When You’re Sober, Parte 1.

Levemos a pontuação da nota final como o primeiro passo para o estabelecimento de uma nova geração, de uma pseudo contra-cultura dentro do rap, cujos pilares para a sua (des)formação são estruturas musicais previsíveis, uma melodia ou outra aceitável, e inexistência de conteúdo que, por sua vez, tenta esconder-se criando um melodrama, extremamente frágil, típico de um adolescente que ainda não tem qualquer tipo de visão para o seu próprio futuro.

Review: renascimento de Kesha

Com uma nova e mais limpa imagem, Kesha jogou a melhor combinação do baralho e entregou aquele que poderá ser considerado verdadeiramente como o seu primeiro álbum da carreira.

Review: o vício, dor e saudade de Lana Del Rey

Ainda que não estejamos perante aquele que poderia ser definido como o álbum de viragem da carreira de Lana Del Rey, nota-se uma clara sofisticação do que já havia sido apresentado antes, pelo que a “ausência” de novidades não é uma pedra no caminho definido desta viagem.

Review: as várias faces de Danse Macabre

De uma forma quase curiosa, Danse Macabre parece ser um álbum feito com os olhos postos no final do século XIX e início do século XX, buscando elementos sociais dessa época e que, mesmo nos tempos correntes, continuam bastante presentes a vários níveis.

Review: Puta Volcano voam alto em Harmony Of Spheres

Harmony Of Spheres é uma verdadeira obra-prima, apesar de conter apenas 8 faixas, somando 34 minutos de duração na sua totalidade. Números que, podendo parecer demasiado pequenos, contrastam com a grandiosidade daquele que poderá ser um dos melhores álbuns hard rock da década.

22 anos depois: o impacto de Jagged Little Pill

Os anos 90 foram uma verdadeira época dourada para a música – pessoalmente a minha década preferida em termos musicais – em que imensos novos nomes alcançaram o estrelato, uns de forma mais planeada como Britney Spears, Spice Girls, Backstreet Boys ou Mariah Carey, outros de forma inesperada mas não menos impactante como Nirvana, Björk,…

A humanização da máquina em Automaton

Quando comparado com Rock Dust Light Star, Automaton sobressai como algo mais futurista, descontraído e com menos pausas sem abrir mão do som já conhecido pelos fãs de Jamiroquai. Um must listen de 2017 sem qualquer dúvida.

Katy Perry de mãos dadas com retro synthpop em Witness

Tal como uma moeda, o álbum vai alternando entre os seus dois lados relativamente opostos – mais uma vez, de uma forma muito mais equilibrada que PRISM, que emprestou o sentido de orientação a uma bússola com os polos magnéticos trocados.

As memórias de duas estrelas pop

Memories… Do Not Open é um álbum extremamente dançável, ideal para aqueles que apenas pretendem esquecer os problemas – reais – da vida e aproveitar o momento. No entanto, fora do contexto de uma discoteca, o valor deste trabalho é praticamente nulo, pouco passando de um conjunto de memórias que na ressaca do dia seguinte estarão perdidas.

Incansável e violento, eis Resurrect

Resurrect surge pelas mentes dos In Vein, uma banda portuguesa que conta com António Rocha nos vocais, André Almeida e Paulo Monteiro nas guitarras, João Costa no baixo e Luís Moreira na bateria. Para material de estreia, Resurrect já pretende demonstrar na arte frontal do álbum o seu lado pesado, apocalíptico e, podemos dizer, relativamente futurista e urbanizado…

10 comebacks que não deram muito certo – parte 2

Esta é a segunda parte de um post que decidi dividir em duas partes, de forma a não ficar demasiado extenso. Vê aqui a primeira parte. Depois de uma primeira parte sofrida, aqui vai a segunda parte da lista de 10 comebacks que poderiam ter sido melhores. Mais uma vez relembro que esta lista não se…

Review: a fragilidade de Arca

Com este álbum, Arca mostrou o seu lado mais humano, frágil e íntimo deixando para trás a personalidade fria e, de certa forma, distante dos trabalhos anteriores que pareciam carecer de um certo toque pessoal que os tornassem mais acessíveis e compreensíveis – em suma mais humanos.